miércoles, 23 de febrero de 2011

Um dia sem roteiro


- O que está acontecendo aqui? pergunta Zari um pouco nervosa

silêncio

- Cadê todo mundo? continua perguntando sozinha

silêncio


- Onde colocaram meu roteiro? Não sei o que devo fazer agora!!!!

silêncio

Zari irritada, anda de um lado para outro, tentando desviar do vento. Senta no chão com pernas de indio e acende um cigarro. Olha para o relógio, balança os pés, dá mais um trago e joga o cigarro longe. Levanta, limpa a areia da roupa, arruma o cabelo, e olha para o relógio. Anda para um lado, olha para trás, acha estranho nenhum movimento, anda para outro lado.

- Alguém aiiiiii? pergunta zari com mais calma

silêncio


- Isso só pode ser coisa sua né diretor? grita zari
- Minha e do roteirista. responde calmo o diretor
- E posso saber por quê? pergunta zari
- Claro que pode, minha linda, porque você repetiu a dose!!!
- hummm
- Quem mandou repetir a dose? Agora tá ai sozinha, abandonada, procurando cenas para fazer mais vítimas. Será que não reparou, Zari? Que todo mundo está descansando, armando planos para fazer uma puta matança??? E você está ai sozinha, sem planos, sem rumo, querendo atirar em qualquer idiota, só para contrariar o roteirista e me encher o saco!??? Valeu a pena repetir a dose e contrariar de novo eu e o roteirista?

- Valeu só por um motivo!

- Qual?

- Pela experiência. responde sinceramente zari

- Zari, você sabe me dizer onde você o encontraria hoje?
- não.

- Entendeu agora porque eu e o roteirista não queríamos que você atirasse nele? Jamais colocaríamos um marujo, pirata ou mesmo sapo no roteiro que não saberíamos onde ele estaria agora.
- simmmmm, fala zari com olhos cheios de lágrimas.

- Zari, o melhor que tem a fazer, é ir para casa dormir, descansar. Daqui a pouco a festa no deserto vai chegar e você terá um plano incrível, prometo. Estamos preparando uma grande matança.
- Diretor?
- Oi Zari.

- Posso te pedir uma coisa?

- Claro, Zari
- Foca nuns piratas bem nerds e coxas da próxima vez?

- Olha Zari, vou pensar no seu caso, mas se mudarmos o foco dos piratas para você, vamos perder o ibope.

viernes, 21 de enero de 2011

Até onde você manda?

Diretor e Zari no final da cena


O vento vinha acompanhado com o cheiro de chuva. E isso só significava uma coisa para Zari: provocação.

Sentada num bar na rua transversal da rua principal do pueblo, Zari bebada, levantou da cadeira e resmungou:

-Hoje estou afim de provocar!

El Justiciero, ainda vivo, estava sentado na mesma mesa de Zari, e óbviamente, caiu na gargalhada:

-Oras bolas, Zari. E quando vc não está afim de provocar alguém?

Zari bebada, sentou na cadeira fazendo cara de santa. Ela tinha entendido o recado. Mas quem realmente não tinha entendido o aviso, era o tal do vivo o muerto, el justiciero.

Depois de segundos, El se levantou acusando que tinha um compromisso no pueblo ao lado. Se despediram com promessas de um rencuentro mais tarde. Porém, Zari sabia, o compromisso era mais que um compromisso, e sabia que apartir daquele momento, era apenas ela com as outras pistoleras e Zoug, o novo companheiro do deserto.

Arrastaram-se para a casa mais próxima para armar o plano, Zari flamenqueava com Zeborah em plena sala. Arrumaram-se, perfumaram-se para o crime.

Mas que crime, perguntaria o leitor.

Para um crime de mau gosto, daqueles que nem se o leitor apostasse, acertaria. Daqueles que Zari jamais faria. Mas com a arma apontada no peito de um pirata quase marujo, o diretor levanta e caminha até a cena, chega bem perto de Zari e pergunta:

- Zari, você tem certeza?

- Tenho.

- Zari, vamos lá, vc está um pouco bebada demais....

- Eu tenho a certeza...

- Zari?

- Ele tem contatos, diretor.

- Zari?

- Ele não tem nada a ver comigo, eu sei. Mas me deixa livre pra eu atirar em quem eu quiser? Só uma vez?

- Zari, vc sempre esteve livre para atirar em quem quiser.

- Ah é? Então vc acha que todos que enterrei na década passada eram psicos porque simplesmente eu escolhiiiiiiiiiiiiii? Vc está dizendo que sou eu a psico que escolho sempre os defuntos errados, diretor? É? É isso que vc quer dizer?

- Zari, abaixe sua arma. A vítima é aquele ali, e não eu. E na década passada, você escolheu só os psicos, porque não teria graça nessa novela mexicana. Alguém ia ter que pegar os psicos e o roteirista escolheu você. Isso é um papo entre você e ele. Eu só dirijo.

- Grande merda. Pois hoje eu escolho, diretor. E não será você, porque não tenho um mau gosto, assim, por isso, vou retornar a cena e matar no peito esse pirata marujo.

- Então mate. Só não venha chorar depois.

- Diretor, faz o seguinte? Convence o roteirista que depois de tanta merda no roteiro, eu vou pegar aquele capitão de jeito, aquele que me derrubou no chão por quase um mês. E enquanto isso, eu vou provocar esse marujo idiota. E saia da cena, agora!

O diretor abaixa a cabeça fazendo não e começa a andar para fora da cena. Olha para Zari e fala baixinho:

- Você é mto teimosa, Zari.

Cena 4 gravando

- Marujo, onde paramos mesmo?

- Nossa, que surreal, parecia que alguém tinha apertado o pause, sabe?

- Sei, isso acontece quando um idiota de um diretor invade a cena para te dar conselhos mais idiotas ainda.

- Diretor? Zari vc bebeu demais?

- Não marujo, não bebi demais. Agora olha p/ mim.

skajhubhcviojc nnbc ibhvcuhihvc hnihfdijsiojoxkod

Um tiro certeiro. Sobe e desce sangue por todos os lados. Zari continua olhando fixamente apenas para o diretor. Solta o corpo do marujo, guarda a arma no bolso e caminha para fora da cena.

jueves, 6 de enero de 2011

E lá vamos nós



Os fogos anunciavam que 2011 já tinha chegado no deserto. Zari, bêbada, segura fortemente seu espumante. Olha para o lado direito e vê Zezão olhando os fogos. Ela caminha tortamente até a pistolera e sussura em seus ouvidos:

- Zezão, se eu te contar um segredo, você não conta pra ninguém?

Zezão respira e olha nos olhos de Zari.

- Pode.
- Eu derrubei minha arma no copo de tequila.
- hahahahahahahahhahahahhaa

Zezão abraça Zari e juntas caminham até o pueblo vizinho. Pensam nas outras pistoleras espalhadas pelos desertos distantes, procuram el justiciero, cruzam com o mestre dos magos e ele anuncia:

- 2011 é o ano das pistoleras. Os pueblos que se cuidem.

As pistoleras comprimentam o mestre e partem para a estrada... com sede de sangue.

miércoles, 15 de diciembre de 2010

Meses desaparecida......
...sem ninguem ter nenhuma noticia da Zezão.
Derrepente Zari esta passando em um Pueblo, e encontra,... lá no fundo do salão !!!!
- Zezão ?!!! onde vc estava ?
- Zari, vc nem imagina o que aconteceu comigo, fui pega por tras!!!
tomei uma facada...e não me lembro de mais nada ... só sei que uma curandeira, me encontrou largada no deserto e cuidou de mim todo esse tempo.... nào sei nem quanto tempo fiquei desacordada!!!
-Mais pelo jeito você está otima né!!!?
-Pronta para outra, estava desolada, e o pior, um desses capitães... me aprisionou, não tinha como fugir, não queria fugir, queria ficar com ele, mesmo sabendo de tudo, sabendo que ele não era só meu, sabendo que ele não prestava, sabendo que ele era um lixo, mais gostava dele do mesmo jeito, gostava do cheiro, gostava do dia dia, gostava das conversas.....mais tudo isso veio a baixo!!!
- Eu ja tinha te avisado né Zezão!!
- Mais essas coisas a gente não escolhe Zari... temos que ter certeza, temos que estar junto, temos que aprender com nossos erros!!!
- E agora?
- Agora, ..... hahaha ... eu quero é mais !!! Quero uma nova vida!!!Quero festa, quero acabar com todos no deserto.... agora é nossa hora ....!!!

martes, 14 de diciembre de 2010

Alem do horizonte


O povo estranha a calmaria, Zari estranha a calmaria e ela mesma estranha a calmaria....mas gosta. Pela primeira vez em sua vida ela respira fundo e olha ao seu redor observando calmamente tudo, principalmente a si mesma.
Ela nao se sente sozinha e muito menos entediada...Ela procura paz como nunca antes havia procurado e como nunca antes achava que iria desejar.
Zarcas nao avista nenhum capitao, nehum pirata, nenhuma festa, nenhum Pueblo.
Algumas guerras precisam ser lutadas sozinha...e com seu cavalo e suas galochas amarelas ela segue seu destino.........

Levanta e sacode a poeira.


- Acorda, Zari! - grita desesperadamente Zarcas
- O que aconteceu?
- Você levou um tiro, compañera.
- Eu????
- É, você! Levou de costas, no meio do coração e tombou no chão. Ficou ai, dois dias seguidos sem se levantar, achei que tivesse morrido.
- Quem foi o filho da puta?
- Foi um capitão. Parece que desembarcou no pueblo errado e vocês se encontraram na rua principal, pelo menos foi isso que o señor del bar falou.
- Hummm, todo mundo já sabe?
- O pueblo inteiro. Você virou notícia, está em todos os jornais.
- Onde estão as pistoleras? Tenho um plano!
- Só ano que vem, Zari. A galera tá de férias, fim de ano, natal, aquelas coisas.

Zari levanta, limpa a sujeira da roupa, toca no seu coração e sente a dor.

- Zarcas, chame o pueblo, liga para el justiciero, quero até o mestre dos magos hoje em casa. O plano perfeito está traçado e vamos atacar em janeiro, confere?
- Confere, Zari. Tava com saudade dessa sua voz de quem vai aprontar!

Zarcas ajuda a compañera a subir no Ventania, e partem para a estrada da casa das pistoleras.

miércoles, 1 de diciembre de 2010

Quando chega um capitão no pueblo Parte I

Andando pela rua, Zari para, respira e abre o leque. Se abana de um jeito que nunca se abanou. Do outro lado da rua, o motivo: um capitão sem barco, sem piratas, sem sapos. Está sozinho, totalmente sozinho no meio do pueblo. Zari olha para a pistola, levanta, mira e guarda. Perde a confiança, sente medo, quase chora. Diante de tanta areia, no meio do seu próprio pueblo, ela desiste. Resolve andar para o outro lado, fica de costas para o capitão e escuta o suave barulho de um tiro. Sente algo estranho nas costas, percebe que está sangrando, olha para seu peito e vê um buraco no seu coração. Dá mais dois passos e cai no chão.

lunes, 29 de noviembre de 2010

R-E-P-I-T-O!

As últimas pessoas que passaram pela fronteira, disseram que elas (pist.) desconectaram-se das areias virtuais. Foram para o mundo real e se perderam.

Boatos.

Outro blog?
Outro foco?

Uma pistolera morta, fundadora dessa merda de blog, que na essência não tem nem carinhosamente o apelido de aprendiz, diz que não mais diz. Diz que um dia disse e hoje já não pode mais. diz. maridiz. disse não. disse sim. dissequedisse.

domingo, 21 de noviembre de 2010

polvoraaaaa

cade a polvora?
oonde estao as pistoleras?
perderam as energias? se acabaram suas forças?????
fenix.

De um jeito ou de outro....

Devagarinho ela vai se aproximando.....desta vez de peito aberto, sem as pistolas em suas maos.....A G U A R D E M!!!

domingo, 7 de noviembre de 2010

miércoles, 29 de septiembre de 2010

que los sapos se escondan.
una pistoleira insana llega ao deserto de españa.
don quixote, valle.
una cerveza por favor.

miércoles, 8 de septiembre de 2010

A morte que não veio

Zari não foi apedrejada e não teve um final Hollywoodiano. Salvaram ela cinco segundos antes da morte. Ficou internada no hospital de um pueblo mais proóximo. Não recebeu visitas. Era segredo. Zari bebeu veneno. Queria sua morte o mais rápido possível. E a morte não veio. Fugiu do hospital e invadiu o pueblo vizinho. Fingiu. E matou quem passou pela frente.

martes, 17 de agosto de 2010

CENA 1

A cena 1 não tem tango como foi combinado, simplesmente porque não vivi o tango. Não tem ninguém saindo de trás das cortinas. A cena 1 simplesmente não tem personagens. E antes que alguém resmungue, também não tem cenário. A cena 1 nem sequer existe.

Silêncio,
é o que tem, de sobra.

Ninguém morreu. Ninguém foi embora. Simplesmente não teve ação. Algum roterista esqueceu de escrever, ou não quis escrever. A polícia investiga o caso. Até o momento são 9 suspeitos, a maioria mulher, por incrível que pareça.

Os boatos são sempre os mesmo. Que a aventura vai voltar, que o drama vai começar, e tudo continua nesse futuro-presente-inexistente.

Outro blog?
Outro foco?

Zari foi apedrejada no meio do deserto e ninguém fez nada. Morreu, virou sabão e tampouco, alguém chorou. Não virou poema, nem notícia, nem bebedeira. Simplesmente não teve ação e reação.

As últimas pessoas que passaram pela fronteira, disseram que elas (pist.) desconectaram-se das areias virtuais. Foram para o mundo real e se perderam.

Boatos.

Outro blog?
Outro foco?

Uma pistolera morta, fundadora dessa merda de blog, que na essência não tem nem carinhosamente o apelido de aprendiz, diz que não mais diz. Diz que um dia disse e hoje já não pode mais. diz. maridiz. disse não. disse sim. dissequedisse.

martes, 8 de junio de 2010

......

Eis que depois de uma tarde em que eu sonhei. Tinha acordado a uma da tarde em desespero. Eis que as três horas da madrugada eu acordei e me encontrei. Simplesmente isso, eu me encontrei. Calma, alegre, plenitude sem fumigacao, simplesmente isso. Eu sou eu você eh você, eh lindo eh vasto, vai durar. Eu sei mais ou menos o que eu vou fazer em seguida mas por enquanto olha pra mim e me ama....nao...tu olha para ti e te amas, eh o que esta certo.

lunes, 7 de junio de 2010

coma


Cuando una pistolera del desierto es atacada, durante su ronda noturna,
por um piratita silencioso, armado de tatuagens y voluntad de sangre,
es una muerte digna.
Digamos que hay una pistolera en coma.
Dios que guarde su alma.

domingo, 6 de junio de 2010

A viúva - Parte I


Então ela saiu de casa sem bater a porta. Caminhou devagar até a rua principal do pueblo, porque era ali que todos da cidade esperavam para vê-la. Já fazia alguns meses que tinham colado cartazes pela cidade toda. A foto era dela, vestida de preto, com uma frase: de pistolera a viúva. Depois disso, virou comentário, tava na boca do povo e o povo segurava pedras nas mãos. E as pedras certamente iriam para seu corpo, naquele dia, na rua principal do pueblo. Nenhuma pistolera quis ver o massacre, nem el justiciero. Ninguém da sala da justiça estava de acordo, porém Zari caminhava lentamente para seu pobre destino. A culpa era só dela, vestiu-se de preto, trancou-se em casa, abandonou seu próprio cavalo, esqueceu-se de suas doses diárias homeopáticas de tequila. Tinha deixado de lado a sua vida. Quis greve e greve teve. Secou qualquer resto de sentimento que existia em seu corpo, bebeu o próprio sangue e se alimentou.

O povo dizia que estava louca. Que jamais na lenda dos viejos del deserto teve uma história parecida. Nenhuma pistolera pode ser uma viúva. Mas Zari queria fazer história, queria enfrentar cara a cara a quem só julga, a quem só diz. Zari estava cansada do deserto, essa era a pura verdade. Estava cansada de miras erradas. Cansada de tropeçar em sapos, cansada de não encontrar piratas, cansada de histórias repetidas, queria algo novo, mas o novo não veio, não do jeito que ela esperava.

Então, cansou até de esperar.

Num dia de sol ardido, não existia o vento, logo alguma coisa estranha aconteceria. Quando não venta no pueblo, puxe uma cadeira, meu caro leitor, porque alguma merda vai acontecer.

Ela aparece na rua principal do pueblo, com um vestido rendado negro colado em seu corpo, cabelo preso num coque e uma flor preta. Descalça caminha pelo chão quente, nada consegueria tirar aquela expressão no rosto de Zari, nem mesmo o capitão San Martin. Ela passa pela multidão jogando pétalas pelo chão, olha no olho de cada um, e baixinho cantarolava uma canção difícil de escutar. Aproximou-se da fogueira, ajoelhou e rezou alto: Con el amor de mi madre, de nuestra madre, hago lo que puedo y que no puedo, que Diós tenga piedad de mis hermanos, y yo me entrego a vós....

O povo que não se encanta com o choro de sua reza, sem piedade e sem compaixão, atira todas as pedras em Zari.

miércoles, 19 de mayo de 2010

Homicidio ou suicidio???


Depois de muito tempo, meses que se passaram como dias, meses de um deserto florido, acreditem ou não, p ela o deserto floriu 1,2,3.......infinitas vezes.
Ela entrou em sua Tienda... 2 shots de Tequila, 1 shot de cointreau, 1 limão, gelo e Zraaaaaaaaa garganta abaixo!
Segurava a pistola em suas mãos tremulas, a respiração estava ofegante.
Ela estava decidida, para seguir em frente deveria matar todos os sequestrados, naquela semana ela escolheu começar com o que ia doer mais, ou melhor, o único que iria doer.

"Estou cansado e você também. Vou sair sem abrir a porta e não voltar nunca mais.Desculpe a paz que eu lhe roubei e o futuro esperado que eu não dei. É impossível levar um barco sem temporais e suportar a vida como um momento além do cais que passa ao largo do nosso corpo. Não quero ficar dando adeus as coisas passando, eu quero eh passar com elas, eu quero não deixar nada mais do que as cinzas de um cigarro, e a marca de um abraço no seu corpo. Não, não sou eu quem vai ficar no porto chorando, não. Lamentando o eterno movimento, movimento dos barcos, movimento". Clarice Lispector.

Um tiro foi no coração, mas p garantir ela atirou de novo, só que agora, na cabeça!

domingo, 2 de mayo de 2010

Ela Partiu partiu mas voltou....

Finalmente enfrentando seus medos ela conseguiu subir no cavalo mais rapido do deserto e cavalgou para terras nunca visitadas antes.
Bueno bueno muy bueno, estoy encantada, belissima..... Los piratas alla son muy encantadores, cavalleros, bonitos..... ai ai ai.
Somente de respirar um novo ar a fez se sentir viva, ela reecontrou-se. Esta claro que Zarcas nao pertence a um sitio apenas, mas si a todos.
O tempo foi curto mas o suficiente para presentea-la com a visao mais bela que ela ja teve. Uma lua em forma de uma bola de fogo saindo de dentro do mar das aguas Uruguayas. Vida, mar, piratas estrangeiros, buena comida, buena bebida......Gracias Senor!!!!!!!!
Mas regressando a terra Natal....... Continua a saga Argentina, nao da para fugir pra sempre.....e o cerco esta se fechando.....

lunes, 19 de abril de 2010

no esta muerto, pero...


No, Zoroastra no conseguió matar el gran sapo del brejo. Pero no desistió.
Tentou enterrar el probrezito sapito bibo. 
Pero sentió dó, penita del bichito enbiando emails de las profundezas de la tierra.

Zoroastra peguió su cavalo Pangaré Equinócio, y se fue tomar una tequila.
Ao volver, percebió un vazio en el buraco en que havia enterrado el sapo.
Ahora, ella corre, o mas depressa que Equinócio puede, para atirar y enterrar de una vez por todas esse fantasmagorico sapo.