Meses desaparecida......
...sem ninguem ter nenhuma noticia da Zezão.
Derrepente Zari esta passando em um Pueblo, e encontra,... lá no fundo do salão !!!!
- Zezão ?!!! onde vc estava ?
- Zari, vc nem imagina o que aconteceu comigo, fui pega por tras!!!
tomei uma facada...e não me lembro de mais nada ... só sei que uma curandeira, me encontrou largada no deserto e cuidou de mim todo esse tempo.... nào sei nem quanto tempo fiquei desacordada!!!
-Mais pelo jeito você está otima né!!!?
-Pronta para outra, estava desolada, e o pior, um desses capitães... me aprisionou, não tinha como fugir, não queria fugir, queria ficar com ele, mesmo sabendo de tudo, sabendo que ele não era só meu, sabendo que ele não prestava, sabendo que ele era um lixo, mais gostava dele do mesmo jeito, gostava do cheiro, gostava do dia dia, gostava das conversas.....mais tudo isso veio a baixo!!!
- Eu ja tinha te avisado né Zezão!!
- Mais essas coisas a gente não escolhe Zari... temos que ter certeza, temos que estar junto, temos que aprender com nossos erros!!!
- E agora?
- Agora, ..... hahaha ... eu quero é mais !!! Quero uma nova vida!!!Quero festa, quero acabar com todos no deserto.... agora é nossa hora ....!!!
miércoles, 15 de diciembre de 2010
martes, 14 de diciembre de 2010
Alem do horizonte
O povo estranha a calmaria, Zari estranha a calmaria e ela mesma estranha a calmaria....mas gosta. Pela primeira vez em sua vida ela respira fundo e olha ao seu redor observando calmamente tudo, principalmente a si mesma.
Ela nao se sente sozinha e muito menos entediada...Ela procura paz como nunca antes havia procurado e como nunca antes achava que iria desejar.
Zarcas nao avista nenhum capitao, nehum pirata, nenhuma festa, nenhum Pueblo.
Algumas guerras precisam ser lutadas sozinha...e com seu cavalo e suas galochas amarelas ela segue seu destino.........
Levanta e sacode a poeira.

- Acorda, Zari! - grita desesperadamente Zarcas
- O que aconteceu?
- Você levou um tiro, compañera.
- Eu????
- É, você! Levou de costas, no meio do coração e tombou no chão. Ficou ai, dois dias seguidos sem se levantar, achei que tivesse morrido.
- Quem foi o filho da puta?
- Foi um capitão. Parece que desembarcou no pueblo errado e vocês se encontraram na rua principal, pelo menos foi isso que o señor del bar falou.
- Hummm, todo mundo já sabe?
- O pueblo inteiro. Você virou notícia, está em todos os jornais.
- Onde estão as pistoleras? Tenho um plano!
- Só ano que vem, Zari. A galera tá de férias, fim de ano, natal, aquelas coisas.
Zari levanta, limpa a sujeira da roupa, toca no seu coração e sente a dor.
- Zarcas, chame o pueblo, liga para el justiciero, quero até o mestre dos magos hoje em casa. O plano perfeito está traçado e vamos atacar em janeiro, confere?
- Confere, Zari. Tava com saudade dessa sua voz de quem vai aprontar!
Zarcas ajuda a compañera a subir no Ventania, e partem para a estrada da casa das pistoleras.
miércoles, 1 de diciembre de 2010
Quando chega um capitão no pueblo Parte I
Andando pela rua, Zari para, respira e abre o leque. Se abana de um jeito que nunca se abanou. Do outro lado da rua, o motivo: um capitão sem barco, sem piratas, sem sapos. Está sozinho, totalmente sozinho no meio do pueblo. Zari olha para a pistola, levanta, mira e guarda. Perde a confiança, sente medo, quase chora. Diante de tanta areia, no meio do seu próprio pueblo, ela desiste. Resolve andar para o outro lado, fica de costas para o capitão e escuta o suave barulho de um tiro. Sente algo estranho nas costas, percebe que está sangrando, olha para seu peito e vê um buraco no seu coração. Dá mais dois passos e cai no chão.
lunes, 29 de noviembre de 2010
R-E-P-I-T-O!
As últimas pessoas que passaram pela fronteira, disseram que elas (pist.) desconectaram-se das areias virtuais. Foram para o mundo real e se perderam.
Boatos.
Outro blog?
Outro foco?
Uma pistolera morta, fundadora dessa merda de blog, que na essência não tem nem carinhosamente o apelido de aprendiz, diz que não mais diz. Diz que um dia disse e hoje já não pode mais. diz. maridiz. disse não. disse sim. dissequedisse.
domingo, 21 de noviembre de 2010
polvoraaaaa
cade a polvora?
oonde estao as pistoleras?
perderam as energias? se acabaram suas forças?????
fenix.
De um jeito ou de outro....
Devagarinho ela vai se aproximando.....desta vez de peito aberto, sem as pistolas em suas maos.....A G U A R D E M!!!
domingo, 7 de noviembre de 2010
miércoles, 29 de septiembre de 2010
miércoles, 8 de septiembre de 2010
A morte que não veio
Zari não foi apedrejada e não teve um final Hollywoodiano. Salvaram ela cinco segundos antes da morte. Ficou internada no hospital de um pueblo mais proóximo. Não recebeu visitas. Era segredo. Zari bebeu veneno. Queria sua morte o mais rápido possível. E a morte não veio. Fugiu do hospital e invadiu o pueblo vizinho. Fingiu. E matou quem passou pela frente.
martes, 17 de agosto de 2010
CENA 1
A cena 1 não tem tango como foi combinado, simplesmente porque não vivi o tango. Não tem ninguém saindo de trás das cortinas. A cena 1 simplesmente não tem personagens. E antes que alguém resmungue, também não tem cenário. A cena 1 nem sequer existe.
Silêncio,
é o que tem, de sobra.
Ninguém morreu. Ninguém foi embora. Simplesmente não teve ação. Algum roterista esqueceu de escrever, ou não quis escrever. A polícia investiga o caso. Até o momento são 9 suspeitos, a maioria mulher, por incrível que pareça.
Os boatos são sempre os mesmo. Que a aventura vai voltar, que o drama vai começar, e tudo continua nesse futuro-presente-inexistente.
Outro blog?
Outro foco?
Zari foi apedrejada no meio do deserto e ninguém fez nada. Morreu, virou sabão e tampouco, alguém chorou. Não virou poema, nem notícia, nem bebedeira. Simplesmente não teve ação e reação.
As últimas pessoas que passaram pela fronteira, disseram que elas (pist.) desconectaram-se das areias virtuais. Foram para o mundo real e se perderam.
Boatos.
Outro blog?
Outro foco?
Uma pistolera morta, fundadora dessa merda de blog, que na essência não tem nem carinhosamente o apelido de aprendiz, diz que não mais diz. Diz que um dia disse e hoje já não pode mais. diz. maridiz. disse não. disse sim. dissequedisse.
martes, 8 de junio de 2010
......
Eis que depois de uma tarde em que eu sonhei. Tinha acordado a uma da tarde em desespero. Eis que as três horas da madrugada eu acordei e me encontrei. Simplesmente isso, eu me encontrei. Calma, alegre, plenitude sem fumigacao, simplesmente isso. Eu sou eu você eh você, eh lindo eh vasto, vai durar. Eu sei mais ou menos o que eu vou fazer em seguida mas por enquanto olha pra mim e me ama....nao...tu olha para ti e te amas, eh o que esta certo.
lunes, 7 de junio de 2010
coma
domingo, 6 de junio de 2010
A viúva - Parte I
Então ela saiu de casa sem bater a porta. Caminhou devagar até a rua principal do pueblo, porque era ali que todos da cidade esperavam para vê-la. Já fazia alguns meses que tinham colado cartazes pela cidade toda. A foto era dela, vestida de preto, com uma frase: de pistolera a viúva. Depois disso, virou comentário, tava na boca do povo e o povo segurava pedras nas mãos. E as pedras certamente iriam para seu corpo, naquele dia, na rua principal do pueblo. Nenhuma pistolera quis ver o massacre, nem el justiciero. Ninguém da sala da justiça estava de acordo, porém Zari caminhava lentamente para seu pobre destino. A culpa era só dela, vestiu-se de preto, trancou-se em casa, abandonou seu próprio cavalo, esqueceu-se de suas doses diárias homeopáticas de tequila. Tinha deixado de lado a sua vida. Quis greve e greve teve. Secou qualquer resto de sentimento que existia em seu corpo, bebeu o próprio sangue e se alimentou.
O povo dizia que estava louca. Que jamais na lenda dos viejos del deserto teve uma história parecida. Nenhuma pistolera pode ser uma viúva. Mas Zari queria fazer história, queria enfrentar cara a cara a quem só julga, a quem só diz. Zari estava cansada do deserto, essa era a pura verdade. Estava cansada de miras erradas. Cansada de tropeçar em sapos, cansada de não encontrar piratas, cansada de histórias repetidas, queria algo novo, mas o novo não veio, não do jeito que ela esperava.
Então, cansou até de esperar.
Num dia de sol ardido, não existia o vento, logo alguma coisa estranha aconteceria. Quando não venta no pueblo, puxe uma cadeira, meu caro leitor, porque alguma merda vai acontecer.
Ela aparece na rua principal do pueblo, com um vestido rendado negro colado em seu corpo, cabelo preso num coque e uma flor preta. Descalça caminha pelo chão quente, nada consegueria tirar aquela expressão no rosto de Zari, nem mesmo o capitão San Martin. Ela passa pela multidão jogando pétalas pelo chão, olha no olho de cada um, e baixinho cantarolava uma canção difícil de escutar. Aproximou-se da fogueira, ajoelhou e rezou alto: Con el amor de mi madre, de nuestra madre, hago lo que puedo y que no puedo, que Diós tenga piedad de mis hermanos, y yo me entrego a vós....
O povo que não se encanta com o choro de sua reza, sem piedade e sem compaixão, atira todas as pedras em Zari.
miércoles, 19 de mayo de 2010
Homicidio ou suicidio???

Depois de muito tempo, meses que se passaram como dias, meses de um deserto florido, acreditem ou não, p ela o deserto floriu 1,2,3.......infinitas vezes.
Ela entrou em sua Tienda... 2 shots de Tequila, 1 shot de cointreau, 1 limão, gelo e Zraaaaaaaaa garganta abaixo!
Segurava a pistola em suas mãos tremulas, a respiração estava ofegante.
Ela estava decidida, para seguir em frente deveria matar todos os sequestrados, naquela semana ela escolheu começar com o que ia doer mais, ou melhor, o único que iria doer.
"Estou cansado e você também. Vou sair sem abrir a porta e não voltar nunca mais.Desculpe a paz que eu lhe roubei e o futuro esperado que eu não dei. É impossível levar um barco sem temporais e suportar a vida como um momento além do cais que passa ao largo do nosso corpo. Não quero ficar dando adeus as coisas passando, eu quero eh passar com elas, eu quero não deixar nada mais do que as cinzas de um cigarro, e a marca de um abraço no seu corpo. Não, não sou eu quem vai ficar no porto chorando, não. Lamentando o eterno movimento, movimento dos barcos, movimento". Clarice Lispector.
Um tiro foi no coração, mas p garantir ela atirou de novo, só que agora, na cabeça!
Ela entrou em sua Tienda... 2 shots de Tequila, 1 shot de cointreau, 1 limão, gelo e Zraaaaaaaaa garganta abaixo!
Segurava a pistola em suas mãos tremulas, a respiração estava ofegante.
Ela estava decidida, para seguir em frente deveria matar todos os sequestrados, naquela semana ela escolheu começar com o que ia doer mais, ou melhor, o único que iria doer.
"Estou cansado e você também. Vou sair sem abrir a porta e não voltar nunca mais.Desculpe a paz que eu lhe roubei e o futuro esperado que eu não dei. É impossível levar um barco sem temporais e suportar a vida como um momento além do cais que passa ao largo do nosso corpo. Não quero ficar dando adeus as coisas passando, eu quero eh passar com elas, eu quero não deixar nada mais do que as cinzas de um cigarro, e a marca de um abraço no seu corpo. Não, não sou eu quem vai ficar no porto chorando, não. Lamentando o eterno movimento, movimento dos barcos, movimento". Clarice Lispector.
Um tiro foi no coração, mas p garantir ela atirou de novo, só que agora, na cabeça!
domingo, 2 de mayo de 2010
Ela Partiu partiu mas voltou....
Finalmente enfrentando seus medos ela conseguiu subir no cavalo mais rapido do deserto e cavalgou para terras nunca visitadas antes.
Bueno bueno muy bueno, estoy encantada, belissima..... Los piratas alla son muy encantadores, cavalleros, bonitos..... ai ai ai.
Somente de respirar um novo ar a fez se sentir viva, ela reecontrou-se. Esta claro que Zarcas nao pertence a um sitio apenas, mas si a todos.
O tempo foi curto mas o suficiente para presentea-la com a visao mais bela que ela ja teve. Uma lua em forma de uma bola de fogo saindo de dentro do mar das aguas Uruguayas. Vida, mar, piratas estrangeiros, buena comida, buena bebida......Gracias Senor!!!!!!!!
Mas regressando a terra Natal....... Continua a saga Argentina, nao da para fugir pra sempre.....e o cerco esta se fechando.....
Bueno bueno muy bueno, estoy encantada, belissima..... Los piratas alla son muy encantadores, cavalleros, bonitos..... ai ai ai.
Somente de respirar um novo ar a fez se sentir viva, ela reecontrou-se. Esta claro que Zarcas nao pertence a um sitio apenas, mas si a todos.
O tempo foi curto mas o suficiente para presentea-la com a visao mais bela que ela ja teve. Uma lua em forma de uma bola de fogo saindo de dentro do mar das aguas Uruguayas. Vida, mar, piratas estrangeiros, buena comida, buena bebida......Gracias Senor!!!!!!!!
Mas regressando a terra Natal....... Continua a saga Argentina, nao da para fugir pra sempre.....e o cerco esta se fechando.....
lunes, 19 de abril de 2010
no esta muerto, pero...

No, Zoroastra no conseguió matar el gran sapo del brejo. Pero no desistió.
Tentou enterrar el probrezito sapito bibo.
Pero sentió dó, penita del bichito enbiando emails de las profundezas de la tierra.
Zoroastra peguió su cavalo Pangaré Equinócio, y se fue tomar una tequila.
Ao volver, percebió un vazio en el buraco en que havia enterrado el sapo.
Ahora, ella corre, o mas depressa que Equinócio puede, para atirar y enterrar de una vez por todas esse fantasmagorico sapo.
martes, 13 de abril de 2010
Mira, cuidate, se vacilar, tu movil llamará!
No deserto quase toda justificativa se resume no vento. É sempre ele que traz as novidades. Mas tem ventos que trazem coisas do passado, quase do mesmo jeito que outros ventos levam o passado para bem longe. O vento quando vem, normalmente vem acompanhado.
Lá pela sexta-feira passou pelo deserto o vento sul. E foi ai que tudo aconteceu. Não sei dizer quando exatamente e nem como. Essas coisas acontecem sem explicação. Até porque não tem explicação.
- Entao vamos espalhar o zrazrazra e ver quem morde a isca! - grita Zarcas
As companheras estavam dividas. Pra falar a verdade, eu tava ali há muito tempo. Depois do meu encontro da Zarcas com el justiciero, pude entender uma coisa só. O vento trouxe o romance. Por isso mesmo, no encontro me deparei com um coyote de uma outra banda. E esse coyote me tirou o foco. E quando você tira o foco de uma pistolera aprendiz, o tiro meu bem, sai quase pela culatra. Na verdade mesmo, o tiro não sai pelo lado certo, ele sai pelo teu lado oposto e acerta somente o teu coração. Mas ainda era pouco. Pouco para o que poderia vir.
Lá pela sexta-feira passou pelo deserto o vento sul. E foi ai que tudo aconteceu. Não sei dizer quando exatamente e nem como. Essas coisas acontecem sem explicação. Até porque não tem explicação.
- Entao vamos espalhar o zrazrazra e ver quem morde a isca! - grita Zarcas
As companheras estavam dividas. Pra falar a verdade, eu tava ali há muito tempo. Depois do meu encontro da Zarcas com el justiciero, pude entender uma coisa só. O vento trouxe o romance. Por isso mesmo, no encontro me deparei com um coyote de uma outra banda. E esse coyote me tirou o foco. E quando você tira o foco de uma pistolera aprendiz, o tiro meu bem, sai quase pela culatra. Na verdade mesmo, o tiro não sai pelo lado certo, ele sai pelo teu lado oposto e acerta somente o teu coração. Mas ainda era pouco. Pouco para o que poderia vir.
Zari acorda para vingança. Acorda irritada, acorda com vontade de causar, acorda com vontade de joder todos aqueles que um dia joderon ela.
O plano. Sempre existe um plano. E dessa vez, foi arquitetado num bar do pueblo Zegusta.
miércoles, 31 de marzo de 2010
getting tired and bored!!!
Esta chegando a hora de abandonar esse deserto e desbravar outros.........
domingo, 28 de marzo de 2010
A morte morrida del Justiciero!
Era previsível. Já que tinha tanto peito para abandonar assim o deserto, a rua principal del pueblo e até mesmo as pistoleras, já que nem escrevia mais e muito menos nem participava dos momentos únicos, elas tinham decidido o final. Simmmm, matar el Justiciero assim na fogueira quem nem fizeram com a Boa Samaritana. El Justiciero era coisa do passado, já que não queria mais elas, que elas arranjassem outro mestre dos magos, outro justiciero que desse conta do recado. Mas esse el Justiciero já estava quase morto, os viejos del deserto tinham dito por ai, que depois da última batalha del justiciero com uma mascarada, o coração del justiciero não estava mais o mesmo, estava desgastado, estava em pedaços, estava sofrendo de amor, como nunca sofreu. E por isso mesmo, escondeu de todas, até mesmo dos leitores. Não queria admitir que estava assim, então só passava por Zari tentando provar que ele sim era forte, que não caia assim do nada no meio da rua, que ele não sofria e jamais iria sofrer por alguém. Estava ali mesmo apenas para dar aqueles conselhos rápidos e depois sumir, como some o mestre dos magos.
Oh céus, oh vida! Que porra de drama nessa vida!
Elas não gostam de dramas. Nunca gostaram. Resolvem rápido o que precisa ser resolvido. Até o enterro é sem dramas. Matou, sugou o sangue, abre o caixão, coloca o corpo, fecha o caixão e enterra. Não há o que temer!
El Justiciero está dormindo como um bebê. Acolhido por Zezão, está enrolado num cobertor e com seu travesseiro mais macio. Não desconfia que está prestes a fogueira.
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