que los sapos se escondan.
una pistoleira insana llega ao deserto de españa.
don quixote, valle.
una cerveza por favor.
miércoles, 29 de septiembre de 2010
miércoles, 8 de septiembre de 2010
A morte que não veio
Zari não foi apedrejada e não teve um final Hollywoodiano. Salvaram ela cinco segundos antes da morte. Ficou internada no hospital de um pueblo mais proóximo. Não recebeu visitas. Era segredo. Zari bebeu veneno. Queria sua morte o mais rápido possível. E a morte não veio. Fugiu do hospital e invadiu o pueblo vizinho. Fingiu. E matou quem passou pela frente.
martes, 17 de agosto de 2010
CENA 1
A cena 1 não tem tango como foi combinado, simplesmente porque não vivi o tango. Não tem ninguém saindo de trás das cortinas. A cena 1 simplesmente não tem personagens. E antes que alguém resmungue, também não tem cenário. A cena 1 nem sequer existe.
Silêncio,
é o que tem, de sobra.
Ninguém morreu. Ninguém foi embora. Simplesmente não teve ação. Algum roterista esqueceu de escrever, ou não quis escrever. A polícia investiga o caso. Até o momento são 9 suspeitos, a maioria mulher, por incrível que pareça.
Os boatos são sempre os mesmo. Que a aventura vai voltar, que o drama vai começar, e tudo continua nesse futuro-presente-inexistente.
Outro blog?
Outro foco?
Zari foi apedrejada no meio do deserto e ninguém fez nada. Morreu, virou sabão e tampouco, alguém chorou. Não virou poema, nem notícia, nem bebedeira. Simplesmente não teve ação e reação.
As últimas pessoas que passaram pela fronteira, disseram que elas (pist.) desconectaram-se das areias virtuais. Foram para o mundo real e se perderam.
Boatos.
Outro blog?
Outro foco?
Uma pistolera morta, fundadora dessa merda de blog, que na essência não tem nem carinhosamente o apelido de aprendiz, diz que não mais diz. Diz que um dia disse e hoje já não pode mais. diz. maridiz. disse não. disse sim. dissequedisse.
martes, 8 de junio de 2010
......
Eis que depois de uma tarde em que eu sonhei. Tinha acordado a uma da tarde em desespero. Eis que as três horas da madrugada eu acordei e me encontrei. Simplesmente isso, eu me encontrei. Calma, alegre, plenitude sem fumigacao, simplesmente isso. Eu sou eu você eh você, eh lindo eh vasto, vai durar. Eu sei mais ou menos o que eu vou fazer em seguida mas por enquanto olha pra mim e me ama....nao...tu olha para ti e te amas, eh o que esta certo.
lunes, 7 de junio de 2010
coma
domingo, 6 de junio de 2010
A viúva - Parte I
Então ela saiu de casa sem bater a porta. Caminhou devagar até a rua principal do pueblo, porque era ali que todos da cidade esperavam para vê-la. Já fazia alguns meses que tinham colado cartazes pela cidade toda. A foto era dela, vestida de preto, com uma frase: de pistolera a viúva. Depois disso, virou comentário, tava na boca do povo e o povo segurava pedras nas mãos. E as pedras certamente iriam para seu corpo, naquele dia, na rua principal do pueblo. Nenhuma pistolera quis ver o massacre, nem el justiciero. Ninguém da sala da justiça estava de acordo, porém Zari caminhava lentamente para seu pobre destino. A culpa era só dela, vestiu-se de preto, trancou-se em casa, abandonou seu próprio cavalo, esqueceu-se de suas doses diárias homeopáticas de tequila. Tinha deixado de lado a sua vida. Quis greve e greve teve. Secou qualquer resto de sentimento que existia em seu corpo, bebeu o próprio sangue e se alimentou.
O povo dizia que estava louca. Que jamais na lenda dos viejos del deserto teve uma história parecida. Nenhuma pistolera pode ser uma viúva. Mas Zari queria fazer história, queria enfrentar cara a cara a quem só julga, a quem só diz. Zari estava cansada do deserto, essa era a pura verdade. Estava cansada de miras erradas. Cansada de tropeçar em sapos, cansada de não encontrar piratas, cansada de histórias repetidas, queria algo novo, mas o novo não veio, não do jeito que ela esperava.
Então, cansou até de esperar.
Num dia de sol ardido, não existia o vento, logo alguma coisa estranha aconteceria. Quando não venta no pueblo, puxe uma cadeira, meu caro leitor, porque alguma merda vai acontecer.
Ela aparece na rua principal do pueblo, com um vestido rendado negro colado em seu corpo, cabelo preso num coque e uma flor preta. Descalça caminha pelo chão quente, nada consegueria tirar aquela expressão no rosto de Zari, nem mesmo o capitão San Martin. Ela passa pela multidão jogando pétalas pelo chão, olha no olho de cada um, e baixinho cantarolava uma canção difícil de escutar. Aproximou-se da fogueira, ajoelhou e rezou alto: Con el amor de mi madre, de nuestra madre, hago lo que puedo y que no puedo, que Diós tenga piedad de mis hermanos, y yo me entrego a vós....
O povo que não se encanta com o choro de sua reza, sem piedade e sem compaixão, atira todas as pedras em Zari.
miércoles, 19 de mayo de 2010
Homicidio ou suicidio???

Depois de muito tempo, meses que se passaram como dias, meses de um deserto florido, acreditem ou não, p ela o deserto floriu 1,2,3.......infinitas vezes.
Ela entrou em sua Tienda... 2 shots de Tequila, 1 shot de cointreau, 1 limão, gelo e Zraaaaaaaaa garganta abaixo!
Segurava a pistola em suas mãos tremulas, a respiração estava ofegante.
Ela estava decidida, para seguir em frente deveria matar todos os sequestrados, naquela semana ela escolheu começar com o que ia doer mais, ou melhor, o único que iria doer.
"Estou cansado e você também. Vou sair sem abrir a porta e não voltar nunca mais.Desculpe a paz que eu lhe roubei e o futuro esperado que eu não dei. É impossível levar um barco sem temporais e suportar a vida como um momento além do cais que passa ao largo do nosso corpo. Não quero ficar dando adeus as coisas passando, eu quero eh passar com elas, eu quero não deixar nada mais do que as cinzas de um cigarro, e a marca de um abraço no seu corpo. Não, não sou eu quem vai ficar no porto chorando, não. Lamentando o eterno movimento, movimento dos barcos, movimento". Clarice Lispector.
Um tiro foi no coração, mas p garantir ela atirou de novo, só que agora, na cabeça!
Ela entrou em sua Tienda... 2 shots de Tequila, 1 shot de cointreau, 1 limão, gelo e Zraaaaaaaaa garganta abaixo!
Segurava a pistola em suas mãos tremulas, a respiração estava ofegante.
Ela estava decidida, para seguir em frente deveria matar todos os sequestrados, naquela semana ela escolheu começar com o que ia doer mais, ou melhor, o único que iria doer.
"Estou cansado e você também. Vou sair sem abrir a porta e não voltar nunca mais.Desculpe a paz que eu lhe roubei e o futuro esperado que eu não dei. É impossível levar um barco sem temporais e suportar a vida como um momento além do cais que passa ao largo do nosso corpo. Não quero ficar dando adeus as coisas passando, eu quero eh passar com elas, eu quero não deixar nada mais do que as cinzas de um cigarro, e a marca de um abraço no seu corpo. Não, não sou eu quem vai ficar no porto chorando, não. Lamentando o eterno movimento, movimento dos barcos, movimento". Clarice Lispector.
Um tiro foi no coração, mas p garantir ela atirou de novo, só que agora, na cabeça!
domingo, 2 de mayo de 2010
Ela Partiu partiu mas voltou....
Finalmente enfrentando seus medos ela conseguiu subir no cavalo mais rapido do deserto e cavalgou para terras nunca visitadas antes.
Bueno bueno muy bueno, estoy encantada, belissima..... Los piratas alla son muy encantadores, cavalleros, bonitos..... ai ai ai.
Somente de respirar um novo ar a fez se sentir viva, ela reecontrou-se. Esta claro que Zarcas nao pertence a um sitio apenas, mas si a todos.
O tempo foi curto mas o suficiente para presentea-la com a visao mais bela que ela ja teve. Uma lua em forma de uma bola de fogo saindo de dentro do mar das aguas Uruguayas. Vida, mar, piratas estrangeiros, buena comida, buena bebida......Gracias Senor!!!!!!!!
Mas regressando a terra Natal....... Continua a saga Argentina, nao da para fugir pra sempre.....e o cerco esta se fechando.....
Bueno bueno muy bueno, estoy encantada, belissima..... Los piratas alla son muy encantadores, cavalleros, bonitos..... ai ai ai.
Somente de respirar um novo ar a fez se sentir viva, ela reecontrou-se. Esta claro que Zarcas nao pertence a um sitio apenas, mas si a todos.
O tempo foi curto mas o suficiente para presentea-la com a visao mais bela que ela ja teve. Uma lua em forma de uma bola de fogo saindo de dentro do mar das aguas Uruguayas. Vida, mar, piratas estrangeiros, buena comida, buena bebida......Gracias Senor!!!!!!!!
Mas regressando a terra Natal....... Continua a saga Argentina, nao da para fugir pra sempre.....e o cerco esta se fechando.....
lunes, 19 de abril de 2010
no esta muerto, pero...

No, Zoroastra no conseguió matar el gran sapo del brejo. Pero no desistió.
Tentou enterrar el probrezito sapito bibo.
Pero sentió dó, penita del bichito enbiando emails de las profundezas de la tierra.
Zoroastra peguió su cavalo Pangaré Equinócio, y se fue tomar una tequila.
Ao volver, percebió un vazio en el buraco en que havia enterrado el sapo.
Ahora, ella corre, o mas depressa que Equinócio puede, para atirar y enterrar de una vez por todas esse fantasmagorico sapo.
martes, 13 de abril de 2010
Mira, cuidate, se vacilar, tu movil llamará!
No deserto quase toda justificativa se resume no vento. É sempre ele que traz as novidades. Mas tem ventos que trazem coisas do passado, quase do mesmo jeito que outros ventos levam o passado para bem longe. O vento quando vem, normalmente vem acompanhado.
Lá pela sexta-feira passou pelo deserto o vento sul. E foi ai que tudo aconteceu. Não sei dizer quando exatamente e nem como. Essas coisas acontecem sem explicação. Até porque não tem explicação.
- Entao vamos espalhar o zrazrazra e ver quem morde a isca! - grita Zarcas
As companheras estavam dividas. Pra falar a verdade, eu tava ali há muito tempo. Depois do meu encontro da Zarcas com el justiciero, pude entender uma coisa só. O vento trouxe o romance. Por isso mesmo, no encontro me deparei com um coyote de uma outra banda. E esse coyote me tirou o foco. E quando você tira o foco de uma pistolera aprendiz, o tiro meu bem, sai quase pela culatra. Na verdade mesmo, o tiro não sai pelo lado certo, ele sai pelo teu lado oposto e acerta somente o teu coração. Mas ainda era pouco. Pouco para o que poderia vir.
Lá pela sexta-feira passou pelo deserto o vento sul. E foi ai que tudo aconteceu. Não sei dizer quando exatamente e nem como. Essas coisas acontecem sem explicação. Até porque não tem explicação.
- Entao vamos espalhar o zrazrazra e ver quem morde a isca! - grita Zarcas
As companheras estavam dividas. Pra falar a verdade, eu tava ali há muito tempo. Depois do meu encontro da Zarcas com el justiciero, pude entender uma coisa só. O vento trouxe o romance. Por isso mesmo, no encontro me deparei com um coyote de uma outra banda. E esse coyote me tirou o foco. E quando você tira o foco de uma pistolera aprendiz, o tiro meu bem, sai quase pela culatra. Na verdade mesmo, o tiro não sai pelo lado certo, ele sai pelo teu lado oposto e acerta somente o teu coração. Mas ainda era pouco. Pouco para o que poderia vir.
Zari acorda para vingança. Acorda irritada, acorda com vontade de causar, acorda com vontade de joder todos aqueles que um dia joderon ela.
O plano. Sempre existe um plano. E dessa vez, foi arquitetado num bar do pueblo Zegusta.
miércoles, 31 de marzo de 2010
getting tired and bored!!!
Esta chegando a hora de abandonar esse deserto e desbravar outros.........
domingo, 28 de marzo de 2010
A morte morrida del Justiciero!
Era previsível. Já que tinha tanto peito para abandonar assim o deserto, a rua principal del pueblo e até mesmo as pistoleras, já que nem escrevia mais e muito menos nem participava dos momentos únicos, elas tinham decidido o final. Simmmm, matar el Justiciero assim na fogueira quem nem fizeram com a Boa Samaritana. El Justiciero era coisa do passado, já que não queria mais elas, que elas arranjassem outro mestre dos magos, outro justiciero que desse conta do recado. Mas esse el Justiciero já estava quase morto, os viejos del deserto tinham dito por ai, que depois da última batalha del justiciero com uma mascarada, o coração del justiciero não estava mais o mesmo, estava desgastado, estava em pedaços, estava sofrendo de amor, como nunca sofreu. E por isso mesmo, escondeu de todas, até mesmo dos leitores. Não queria admitir que estava assim, então só passava por Zari tentando provar que ele sim era forte, que não caia assim do nada no meio da rua, que ele não sofria e jamais iria sofrer por alguém. Estava ali mesmo apenas para dar aqueles conselhos rápidos e depois sumir, como some o mestre dos magos.
Oh céus, oh vida! Que porra de drama nessa vida!
Elas não gostam de dramas. Nunca gostaram. Resolvem rápido o que precisa ser resolvido. Até o enterro é sem dramas. Matou, sugou o sangue, abre o caixão, coloca o corpo, fecha o caixão e enterra. Não há o que temer!
El Justiciero está dormindo como um bebê. Acolhido por Zezão, está enrolado num cobertor e com seu travesseiro mais macio. Não desconfia que está prestes a fogueira.
sábado, 27 de marzo de 2010
hoy
desde la hora que acordou, Zoroastra sente el aroma del sangre. como un sexto sentido, sabe que hoy, Zoroastra e seu pangaré Equinocio teran aventuras...
viernes, 26 de marzo de 2010
out of control
Ela entra novamente naquele deserto vermelho com a certeza de que nao havia mais perigo. O presente estava bem claro e calmamente ate entao ela o aceeitava...Mas o fato da palavra aceitar estar no contexto ja nao soa certo.
Mas mais uma vez ela entrou e mais uma vez a ferida de um tiro certeiro e inesperado se abriu!
As lagrimas tentaram escorrer.....mas ao inves disso ela tomou uma decisao. Mentir nao era o caso, mas se o coracao eh realmente tao grande ela decidiu arriscar. Contra seus principios ela vai ate o fim dessa historia, se ela mantera a vida dupla....eu duvido! Mas de um certo ponto de vista seria coerente. Mas ela sabe o que quer e mais ainda sabe quem ela quer! O problema eh que ela consegue esconder dos outros...mas nao consegue esconder dela mesma, e seu corpo nao deixa, e sua cabeca muito menos.....E mais uma vez ela usara a velha desculpa...Life is too short...Seize the moment! before it is too late and you become a bitter person.
Mas mais uma vez ela entrou e mais uma vez a ferida de um tiro certeiro e inesperado se abriu!
As lagrimas tentaram escorrer.....mas ao inves disso ela tomou uma decisao. Mentir nao era o caso, mas se o coracao eh realmente tao grande ela decidiu arriscar. Contra seus principios ela vai ate o fim dessa historia, se ela mantera a vida dupla....eu duvido! Mas de um certo ponto de vista seria coerente. Mas ela sabe o que quer e mais ainda sabe quem ela quer! O problema eh que ela consegue esconder dos outros...mas nao consegue esconder dela mesma, e seu corpo nao deixa, e sua cabeca muito menos.....E mais uma vez ela usara a velha desculpa...Life is too short...Seize the moment! before it is too late and you become a bitter person.
martes, 23 de marzo de 2010
A volta de Zari
Então, depois de ficar estendida no chão por quase duas semanas, ela levantou. Respirou, arrumou o cabelo, sacudiu a areia do corpo, sugou o próprio sangue e caminhou até o bar mais próximo. Ninguém estava ali para ver sua volta. Gritou e ninguém respondeu. Entrou no bar, pensou numa dose de tequila, imaginou uma dose de whisky, desejou uma vodka, sussurrou por um mojito, gritou por um gin. Era gin que ela precisava para lembrar do velho deserto Zarcelona. Sabia que precisava ser forte mais um vez. Que de pirata ele não tinha nada, era mais um sapo disfarçado. Matou sua sede com garrafas de gin. Ninguém jogava sinuca, ninguém bebia ao seu lado. Estava sozinha de novo no deserto. A rua principal do pueblo estava vazia. Imaginou as pistoleras causando em algum pueblo vizinho. Pensou no Justiciero aparecendo como Mestre dos Magos, mas nem ele surgiu para consolá-la. Sabia que precisava ficar sozinha. Que nenhuma pistolera digna iria aceitar aquela situação, morta por uma bala mal atirada.
- Pegou de raspão. - disse ela a si mesma.
Bêbada, se equilibra nos sapatos de salto alto. Cospe no chão querendo suas botas. Procura por Faísca, mas nem seu próprio cavalo estava alí. Sabia que deveria caminhar bêbada até sua própria casa, sem ajuda de ninguém.
Passou pelos brejos afundando seus belos pés na lama, cospiu em quase todos, e matou com seus próprios pés alguns sapos ainda vivos.
Abre a porta de casa e se depara com a surpresa....
miércoles, 17 de marzo de 2010
Eh facil falar.....
Eu estou em poder das minhas acoes e das minhas escolhas e arco com as consequencias de cada uma delas. Agora chegou a hora da verdade, eh tudo ou nada. Não peco a ninguém que me apoie, muito menos que me ajude. Durante 10 anos estive sozinha no deserto e por mais 10 poderei ficar se necessário. Acho ate engraçado ouvir pessoas julgando pessoas hipócritas, você tem certeza que não eh uma delas?`Ups!!!!! Não deu tempo de vc responder....Um tiro direto na cabeça! Sorry
viernes, 5 de marzo de 2010
Ainda estou aqui!!!!!
Eis que ressurjo do que pareciam ser cinzas! Porque não estive nem perto de desaparecer dessa vida no deserto!
Cavalgando por ele continuo assiduamente, sem jamais esquecer minha pistola e, na verdade, sem jamais deixá-la desengatilhada.
Foram meses sem conseguir escrever meus relatos, mas foram meses repletos de aventuras loucas e alucinantes. A adrenalina não sai de minhas veias e não me dá uma noite de descanso.
De olhos sempre abertos e tornando situações inesperadas no que eu esperava é o que resume minha vida de pistolera.
E nem o que me surpreenderia tem me surpreendido mais. Porque é isso mesmo: espero tudo! E o melhor: o que espero consigo!
Tenho passado por muitos tiroteios ultimamente, tiroteios não só contra quem imaginava, mas contra muitos forasteiros que nem sabia que queriam me ferir.
E nada de ter piedade nessas horas! Saio pistolando e deixando cada vez mais vítimas para trás. Pouco importa onde, pouco importa quando e pouco importa quantos. Mais quantos mais, melhor!
Tive até oportunidade de conhecer outras pistoleras perdidas pelo mundo, sem bandos, sem companheiras de gatilho, mas que, com fervor, têm cumprido muito bem seu dever de pistolar.
Gostei de suas companhias, maaaaas...
Fura-olho tem olho furado de volta!
Ai ai...
Assim que tiver outra trégua pra escrever, contarei histórias que merecem ser ouvidas.
Mas não pensem nunca que não estou ainda aqui com vocês, amigas da pistola. Estarei sempre! Zra zra zra! SEMPRE!!!
Cavalgando por ele continuo assiduamente, sem jamais esquecer minha pistola e, na verdade, sem jamais deixá-la desengatilhada.
Foram meses sem conseguir escrever meus relatos, mas foram meses repletos de aventuras loucas e alucinantes. A adrenalina não sai de minhas veias e não me dá uma noite de descanso.
De olhos sempre abertos e tornando situações inesperadas no que eu esperava é o que resume minha vida de pistolera.
E nem o que me surpreenderia tem me surpreendido mais. Porque é isso mesmo: espero tudo! E o melhor: o que espero consigo!
Tenho passado por muitos tiroteios ultimamente, tiroteios não só contra quem imaginava, mas contra muitos forasteiros que nem sabia que queriam me ferir.
E nada de ter piedade nessas horas! Saio pistolando e deixando cada vez mais vítimas para trás. Pouco importa onde, pouco importa quando e pouco importa quantos. Mais quantos mais, melhor!
Tive até oportunidade de conhecer outras pistoleras perdidas pelo mundo, sem bandos, sem companheiras de gatilho, mas que, com fervor, têm cumprido muito bem seu dever de pistolar.
Gostei de suas companhias, maaaaas...
Fura-olho tem olho furado de volta!
Ai ai...
Assim que tiver outra trégua pra escrever, contarei histórias que merecem ser ouvidas.
Mas não pensem nunca que não estou ainda aqui com vocês, amigas da pistola. Estarei sempre! Zra zra zra! SEMPRE!!!
jueves, 4 de marzo de 2010
O Plano - Parte IV
Zari dá dois passos para trás e cai no chão. Morta pela segunda vez no ano. Dessa vez, não era a mente. Tinha sido uma bala, bem dada, por um pirata de rua....
Sem respirar, sua mente viaja, volta ao começo. No bar, Zari sentada no balcão admira o novo pirata que entra pela porta principal do bar. Ela sem entender o que acontecia dentro dela, joga a bituca no chão e seca com os olhos a caminhada do pirata até a mesa. Os olhares se cruzam. O pulmão fica vazio. Ela sente sede. Mata num gole só a dose de tequila. Os olhares de cruzam. Ela tinha entendido. Ele tinha ido até ai para matá-la.
Zari não abre os olhos, nem respira. Não tinha sido a mente, nem a bala bem dada de um pirata da rua. Dessa vez, tinha sido ele: o coração.
Sem respirar, sua mente viaja, volta ao começo. No bar, Zari sentada no balcão admira o novo pirata que entra pela porta principal do bar. Ela sem entender o que acontecia dentro dela, joga a bituca no chão e seca com os olhos a caminhada do pirata até a mesa. Os olhares se cruzam. O pulmão fica vazio. Ela sente sede. Mata num gole só a dose de tequila. Os olhares de cruzam. Ela tinha entendido. Ele tinha ido até ai para matá-la.
Zari não abre os olhos, nem respira. Não tinha sido a mente, nem a bala bem dada de um pirata da rua. Dessa vez, tinha sido ele: o coração.
miércoles, 3 de marzo de 2010
O futuro ja esta sendo preparado......
Eram 2 Pistoleras declaradas, uma disfarcada, 1 enrustida e uma com um futuro brilhante a sua frente, fora estas acimas descritas tem mais 2, mas essas Zov, minha madrinha, nao me perdoaria.
Tendo esse sangue correndo em minhas veias, meu destino estava escrito antes mesmo de meu concebimento....minto.....o da Zov ja tinha sido escrito...
Ela me surpreende a cada minuto, cavalgando em seu Toc Toc Banana, mesmo com seu pouco conhecimento ou mesmo nenhum conhecimento do deserto......ela ja sabe muito!!!!!!!!!!
Estou cansada, talvez daqui a alguns 10 anos esteja na hora de ser substituida, alguem tem que velar pela chama do deserto, seria ela?????
Sera sera sera????
Tendo esse sangue correndo em minhas veias, meu destino estava escrito antes mesmo de meu concebimento....minto.....o da Zov ja tinha sido escrito...
Ela me surpreende a cada minuto, cavalgando em seu Toc Toc Banana, mesmo com seu pouco conhecimento ou mesmo nenhum conhecimento do deserto......ela ja sabe muito!!!!!!!!!!
Estou cansada, talvez daqui a alguns 10 anos esteja na hora de ser substituida, alguem tem que velar pela chama do deserto, seria ela?????
Sera sera sera????
domingo, 28 de febrero de 2010
O Plano - Parte III
Zari dá dois passos para trás e cai no chão. Morta pela segunda vez no ano. Dessa vez, não era a mente. Tinha sido uma bala, bem dada, por um pirata de rua....
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